terça-feira, dezembro 04, 2007

Se há figura pública que eu gostava de conhecer na intimidade, é Alison Goldfrapp. Mulher muito à frente! Melhor que intimidade com Alison só um ménage com ela e com a Peaches.

Eu comprometo-me aqui, convosco, a levar um cartaz com a seguinte inscrição no próximo concerto dela cá: "Alison, make me your slave!"



"It's a strange day
No colours or shapes
No sound in my head
I forget who I am
When I'm with you
There's no reason
There's no sense
I'm not supposed to feel
I forget who I am
I forget
Fascist baby
Utopia, utopia
My dog needs new ears
Make his eyes see forever
Make him live like me
Again and again
I'm wired to the world
That's how I know everything
I'm super brain
That's how they made me"


Alguém adivinha contra quê ou quem este lírico se insurge?

2 comentários:

  1. quanto à questão do menage, apostava mais em, vamos lá, uma liz hurley, com seu sotaque british acompanhada da natalie imbruglia, que tb tem um sotaque interessante.

    a peaches tens umas músicas engraçadas, mas não preenche os requisitos

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  2. eu tou a falar de alhos e tu vens com bugalhos? Achas que eu quero a Alison e a Peaches pela aparência? Atitude malta... Mais, recusava-me veementemente a ter qualquer tipo de relações com alguém que participou num filme com o Austin Powers. E mais que mais, a Embrulha tem perdido claramente qualidade ao longo dos anos: qualquer tipo de transformação de carne pura em plástico reciclado. A embrulha do tempo do Stigmata sim...essa é que era...mas o Stigmata já foi há 8 anos.

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