sábado, janeiro 12, 2008

Valete a representar a nação tuga (viva la revolución):



Anti-Herói

Tanto ódio... (Se Adão soubesse o que isto ia dar só tinha fodido a Eva no cú)



Mais ódio...



Curto mm este gajo...vou pa guerra com ele.

9 comentários:

  1. o capitalismo não é a solução.
    o comunismo também não.

    ou se calhar o verdadeiro problema não está nos regimes

    ResponderEliminar
  2. solução para quê? Tás feliz com a situação actual? O que interessa é mudança. Depois é preciso distinguir os regimes comunistas passados das pessoas que tiveram na origem das ideias comunistas. Qualquer regime é corrompível por se concentrar o poder em meia dúzia de homens. Por isso, o poder tem de ser do povo. Daí a palavra comuna. Agora andar a gastar dinheiro em foguetes, pontes, aeroportos, etc. e ter velhos que nem ganham pós medicamentos é que não. Ah e tal...é para o crescimento económico. Quem é que ganha com essa merda? 10% da população? Comunismo vem de comunidade. Quando se perde perdem todos, quando se ganha ganham todos. Agora dizer...por aqui e por ali não mais vale deixar tudo como está é que não.

    Uma reflexão - Um dos regimes mais prometedores do mundo, o de Salvador Allende no Chile baseava-se em princípios comunistas antes de ter sido minado pela CIA. Ler "Uma história suja" do Luís Sepúlveda.

    ResponderEliminar
  3. "O poder corrompe, o poder absoluto corrompe absolutamente" - acho que é mais ou menos isto. O problema não está nos regimes mas sim nas pessoas que os dirigem. É preciso ver que quem tem o verdadeiro poder não são os governos mas sim quem tem o dinheiro. Os banqueiros. E esse é o verdadeiro problema. Sabiam que a Reserva Federal Americana é uma instituição privada? E é essa instituição que controla o preço do dinheiro e, consequentemente, o défice dos EUA. E esse sistema também é utilizado na Europa via bancos centrais. Tipo BCE. Ou seja, os governos tem que agradar primeiro que tudo a esses senhores. Nada é tão simples quanto parece. Continuarei a falar sobre isto em próximos posts.

    ResponderEliminar
  4. O problema é a passividade das pessoas que foram ensinadas a contentar-se com o seu saláriozito, o seu carrito e as visitas ao shopping e ignoram e não se importam com o que se passa à sua volta. As que se importam, a maioria é corrompível e com um afago ao seu pé de meia calam-se e entram no sistema. Se as pessoas disserem basta em uníssono é possível mudar algo. Revoluções ainda são possíveis se ambicionarmos alguma coisa mais humana que uns milhares no banco, um jardim e um cão que nos lamba as bolas de vez em quando.

    ResponderEliminar
  5. a verdadeira revolução não é a de sistema político, mas sim uma revolução cultural. é preciso uma sociedade composta por "cidadãos" e não apenas por "consumidores". isso sim seria lindo de ver.

    ResponderEliminar
  6. case study:

    Ontem,
    Ferreira do Amaral foi em tempos ministro das obras públicas. Nessa altura assinou um contrato que na prática confere um monopólio à empresa Lusoponte para as travessias do Tejo a jusante de Vila Franca De Xira.

    Hoje,
    planeia-se a construção de uma nova ponte.

    Hoje,
    Ferreira do Amaral é presidente da, coincidência (?), Lusoponte.

    Hoje,
    Em vez de se fazer um consurso público como devia ser, discute-se se é legal ou não o contrato. Legal até pode ser, mas é desprovido de qualquer ética.

    Amanhã,
    F. A. vai ser julgado por este esquema? Obvio que não.

    Nota: este senhor é do psd. longe de mim cometer a burrice de insinuar que os que lá estão agora são umas virgens imaculadas

    ResponderEliminar
  7. Daí o Bolívar: "Un pueblo ignorante es un instrumento ciego de su propia destrucción".

    E o que não faltam são ignorantes em Portugal de gravata e canudo na mão.

    ResponderEliminar
  8. A "geração rasca" assim apelidada lutou contra o pagamento de propinas e outras coisas. (Lembrem-se - Apenas com condições poderemos aprender a trabalhar, a produzir e a pensar.)
    Hoje paga-se, e não é pouco, as bolsas são atribuídas a gente que não precisa realmente e na altura de nos manifestarmos pelos nossos direitos e condições de ensino estavam lá meia dúzia de badamecos. Do nosso curso estávamos 2.
    Acomodados foram os que não se mexeram nem se vão mexer.
    Se ninguém votasse manifestava o total descrédito pelo Estado em que vivemos. Seja qual for o governo em Portugal, será sempre assim, jogadas mafiosas, imposições de silêncio, referendos estúpidos e discussões sobre TGV's e aeroportos que albergam mais mafiosisse.
    Na conversão para o € a Manuela Ferreira Leite não contabilizou a inflação consequente; este ano o PÂO aumentou 30%. No entanto ninguém fala nisso como uma calamidade, ninguém diz Pára a uma economia que nos põe preços iguais ao resto da Europa quando temos ordenados mínimos mais baixo que o resto da Europa 3 e 4 vezes.
    A nossa gasolina é das mais caras do mundo, os nossos automóveis têm os maiores impostos, o nosso tabaco é produto de rendimento para o Estado que proíbe e trata de forma xenófoba os seus fumadores. Foste habituado a que o tabaco era algo COOL, no entanto depois de viciado quimicamente és obrigado a fumar nas mais escabrosas situações, exemplo, a salas de fumadores das empresas são ridiculamente pequenas e fechadas, tornando o fumador em vítima de um vício que o prejudica e tornando-o fumador passívo também. Não defendo os fumadores, defendo-os como seres humanos a terem condições para fumar sem serem tratados como criminosos de um crime que não é deles. Por outro lado, fuimar é uma tradição, tal como a tourada e o touro não veio embalado, enm pediu para ser torturado.
    Enfim, seria isto um texto sem fim se o explorasse.
    fala-se em poupar energia. Os monumentos do estado são iluminados por holofotes de 5000 e 300 Watts de potencia e são vário por cada um deles, no mercado existem holofotes idênticos em tecnologia led em que um holofote gasta apenas 24 Watts para fornecer a mesma luminosidade de um de 5000Watts com a particularidade de durarem 34 mil anos e com um custo de 310€ cada, mais ou menos o mesmo que os normais.
    Esta mesma tecnologia podia ser usada em hospitais escolas etc...
    São absurdos como este que me põe a pensar se não valeria mesmo a pena uma revolução a sério, com sangue derramado, não dos inocentes mas sim daqueles a quem damos o nosso $ para sermos traídos. Agora revoluções de cravos, são revoluções poéticas que nos acendem um sorriso triste de quem sonhou em fazer a revolução e agora vive na mama de uma revolução que nunca existiu realmente.
    è preciso uma tomada de posição... essa virá apenas quando o povo se andar a matar para comer, quandos os fundos investidos desaparecerem, quando os seguros não pagarem e quando nos doer na pele aquilo de que falamos e alguns já sofrem.
    Este país está na miséria. E isto é um eufemismo.

    ResponderEliminar
  9. Pá, é preciso uma revolução, sim, mas não me parece que outro 25 de Abril seja possível. Por muitas razões. Infelizmente, creio que a resolução destes problemas apenas será possível na próxima geração (espero eu). Nenhum governo é isento ou menos mau do que o do país vizinho. Todos respondem perante as mesmas pessoas. A questão é que a cultura e a educação dos cidadãos de um dado país é que determina o que um governo precisa de fazer para que eles fiquem calados. Os governantes dos países nórdicos, por exemplo, vêm da mesma elite/escumalha da qual os nossos governantes vêm. Mas é muito mais difícil satisfazer, como governante, um cidadão desses países do que a maioria dos portugueses. Vê os EUA. Se os rednecks dos estados vermelhos tivessem mais um bocadinho de cabeça o Bush, que não fez nada pelo país a não ser iniciar uma ou duas guerras, nunca teria sido reeleito. Pá, a questão é muito mais complexa do que qualquer um de nós pode imaginar. Imaginemos outro 25 de Abril. O que iria acabar por acontecer seria que eventualmente as elites iriam voltar novamente ao poder. Como aconteceu pós-25 de Abril. E tudo iria voltar ao mesmo. Parte da solução para mim (infelizmente é uma solução lenta) é fazeres as coisas certas na tua vida, educares os teus filhos nesse sentido e aculturares os que te são próximos a fazerem o mesmo (sim, estou a falar de deixar de meter cunhas e essas merdas). No caso das questões essenciais e urgentes, tipo Ota e FSC, há blogs e mails para mobilizar a malta e, em último caso, manifs. Foi interessante a influência da blogosfera no desenrolar do caso Ota.

    PS: Jaime, isso dos fumadores é treta. A malta está a exagerar e tu estás a cair na retórica parva de quem é fumador e por acaso escreve/fala bem. Tanta merda que está proibida em sítios públicos e o pessoal vem agora dizer que esta lei é um atentado às liberdades individuais, blablabla. É incrível como é que as pessoas não conseguem ver os benefícios potenciais de uma lei assim. O pior cego é aquele que não quer ver.

    PS2: Noel, 99% das vezes o revolucionário que luta e faz a revolução necessária não foi/é/será um bom governante. O que não quer dizer que não seja um elemento necessário. É bonito quando o Chávez dá bofetadas aos EUA. Eu gosto. Mas achas mesmo que ele será um bom governante da Venezuela? Eu concordo com muitas das coisas que ele faz mas discordo de outras tantas... E acho que na Venezuela se passa o mesmo já que a populaça está dividida.

    PS3: Diogo, como o FA há milhentos. Armando Vara, de ministro para director (?) do maior banco português e agora talvez director do maior banco privado português. Etc, etc, etc...

    ResponderEliminar