terça-feira, março 08, 2011

Alguém vai protestar no Sábado?

14 comentários:

  1. até estou com vontade.
    acho que é um bom ensaio. mas falta "alguma" organização. dois exemplos: os motivos deviam ser mais claros (por exemplo: Pelo Mérito, Contra as Cunhas). agora pedir emprego só porque ah e tal sou jovem e tirei um curso, não convence.

    outro aspecto: 10 cidades!!?... guimarães, braga e porto?! não faz sentido nenhum. há comboios e nem são assim tão caros. tem muitos mais impacto concentrar as pessoas do que cada um manifestar no seu quintal

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  2. se calhar em vez de cunhas optar por um termo mais geral; corrupção

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  3. Eu vou lá mas tal como o komma não me identifico com os motivos originais do protesto: http://adoutaignorancia.blogs.sapo.pt/179384.html

    A mobilização é uma coisa boa. Mas tal como é apanágio dos portugueses vai-se fazer a coisa certa pelos motivos errados.

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  4. Concordo. Acho que os propósitos e a organizacão tá muito fraquinha. Mas acho que pode servir para encorajar outros a organizarem melhor as coisas numa próxima vez. Acho que um complexo que o pessoal tem é pensar sempre que a malta não vai aderir. Se neste contexto aderir pessoal acho positivo.
    E fazerem uma tarja a dizer: "A malta vai à luta!"? :)

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  5. manifs hoje em dia já nao funcionam. é so para entreter e dar exagerado mediatismo a uma oposição fanática em ser do contra, quando no fundo é igual aos que estão no poder. o protesto contemporâneo tem que ser cada vez mais silencioso e bem argumentado, tipo wikileaks.
    ou isso ou passamos á estratégia de ser fiscal no TGV da linha Lisboa-Madrid.

    o que faz falta é animar malta.

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  6. Não concordo com essa de que as manifs não funcionam. Talvez não funcionem em Portugal. Mas olha, a manif dos professores mandou embora a ex-ministra da educacão. Se houver uma manif de 1 milhão por exemplo, claro que alguma coisa muda.
    E uma manif é algo que tu podes fazer ou participar. Essa cena da wikileaks, consegues fazer alguma coisa ou vais estar à espera dos outros?

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  7. por acaso ainda nao tenho nenhuma informação relevante e bem fundamentada, senao postava aqui no blog. grande coisa mandar a ministra embora. veio outra e o ppl continua descontente.

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  8. Pá, não é o facto da ministra ter ido embora que é relevante. As políticas tb mudaram e entrou uma ministra mais aberta o diálogo. Mas esse não era o meu ponto.
    E se o povo tá descontente tem mais é que demonstrá-lo e não ficar à espera que alguém entre no pc do Sócrates. E o quê que o Wikileaks resolveu? E o que vai acontecer no Freeport, Casa Pia, Face Oculta, BCP, etc.? Nada. Mesmo que se saiba que há crime não se faz nada porque os gajos sabem que somos uma cambada de acomodados.

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  9. oh. é exactamente esse o problema. claro que somos e seremos uma cambada de acomodados. achas que por ires ao protesto deixas de o ser? cada um de nós devia protestar primeiro contra si mesmo, só depois é que tinha moral para protestar contra quem quer que seja.

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  10. Oh kilas, essa última frase está o auge... Pá, a cena da wikileaks é uma consequência (boa) do mundo online de hoje. E deve ser um meio e não um fim. Deve servir para mobilizar as pessoas a fazerem qualquer coisa em vez de estarem acomodadas. Tudo está feito para favorecer e deixar impunes os decisores políticos(que no fundo são tb eles uns fantoches). Se é esse o legado que queres deixar para o futuro, tu é que sabes. Por outro lado também percebo o teu ponto de vista. Portugal não está assim, Portugal é assim. E não é com manifs que as pessoas mudam... A solução está algures no meio.

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  11. Pirocas! Pró caralho. Protestava se houver garantias de sangue nas ruas. Só assim se muda um país.
    Agora protestos a fingir...
    Olho para este país e vejo uma geração que se sente à rasca mas, não sabe bem porquê.

    Eu sei que não lhes ensinaram uma coisa, pensar. Simples verbo este.

    Tem de haver tomadas de posições radicais para que se acabe com os abusos sócio-económicos.

    Se quiserem uma lista de tomadas de acção a tomar, mandem-me um email.

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  12. ... no comentário anterior há uma série de redundâncias e faltas propositadas aos tempos verbais como forma de protesto ao acordo ortográfico.

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